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(16/10/2008) - Hospital Regional do Câncer começa a virar realidade.
(16/10/2008) - Sticcep participa de Congresso de Trabalhadores em Belo Horizonte
Destaque: (15/10/2008)- Horas extras: saiba um pouco mais.
(15/10/2008) - Lei que amplia a licença maternidade é sancionada com restrições.
(19/02/2008) - Sticcep empossa a nova diretoria.
(25/06/2007) - Associados ao Sticcep agora têm Farmácia Popular.
 
Hospital Regional do Câncer começa a virar realidade.

 

Há alguns meses dezenas de voluntários de Passos e de outras cidades da região estão empenhadas numa missão muito digna: arrecadar recursos para a construção do Hospital Regional do Câncer. A obra, que está orçada em 6,5 milhões de reais, já está sendo executada à Rua José Merchiorato, ao lado do prédio da Santa Casa.


De acordo com especialistas da Santa Casa de Passos, a construção desta unidade de tratamento para pacientes oncológicos é muito importante. Pela saturação dos serviços prestados em outras cidades como Barretos (SP) e Varginha (MG) muitas pessoas ficam à espera de vagas por até quatro meses ou então são obrigadas a procurar cidades mais distantes para a realização do tratamento.


Diversas cidades da região já aderiram ao esforço para a captação de recursos para a viabilização da obra. Em Passos, uma comissão local que reúne representantes de diversas entidades e órgãos tem se reunido todas às segundas-feiras para traçar estratégias e planos de ação que venham a contribuir para a viabilização e a continuidade da construção. A presidente do Sticcep, Maria dos Reis Alves (Deide), faz parte deste grupo.


Para a sindicalista a participação de toda a comunidade é fundamental para que esse sonho se torne realidade. “Nós podemos perceber que há gente de toda a região participando da campanha de arrecadação. Nós de Passos, que seremos os principais beneficiados, não podemos decepcionar. Assim, tenho a certeza de que cada cidadão passense irá contribuir”, comenta Deide.


Uma ação específica proposta pela Comissão Local visa à doação de um dia de trabalho de todos os empregados nos diversos setores econômicos de Passos. A esta ação foi dado o nome de “Dia da Responsabilidade Social Passense”. De acordo com os coordenadores as doações só poderão ser feitas através de depósito em conta corrente nos seguintes bancos: Banco Santander, Agência 2268, Conta 13-000184-5, ou Banco do Brasil, Agência 0194-5, Conta 50.000-3, ou Caixa Econômica Federal, Agência 0141-6, Conta 501.501-6.


A Comissão local lembra que a doação financeira de um dia de trabalho pode salvar inúmeras vidas e convida todos os trabalhadores a abraçar esta causa.

(Por Cleber Martins)



Sticcep participa de Congresso de Trabalhadores em Belo Horizonte.

 

A Os trabalhadores e trabalhadoras da indústria do vestuário do plano da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria - CNTI realizaram, de 28 a 30 de julho de 2008, o 16º Congresso Nacional da sua categoria, em Belo Horizonte – MG abordando o tema Unidade, Emprego e Direitos. O evento ocorreu nas dependências do SESC Venda Nova e contou com a presença de representantes sindicais de todo o país.


Com 439 congressistas e a presença ilustre de autoridades como a Deputada Estadual Maria Lucia Mendonça do Estado de Minas Gerais, a Senadora Serys Slhessarenko do Estado do Mato Grosso, os trabalhadores foram representados por 4 federações do setor do vestuário, 10 federações ecléticas, 8 federações participantes e convidadas do Estado de Minas Gerais, 2 centrais sindicais, a NCST Nova Central Sindical de Trabalhadores e a UGT- União Geral dos Trabalhadores, e ainda sindicatos de 54 municípios e 19 estados do país.


O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Confecções, Calçados e Estamparias de Passos e Região – STICCEP esteve representado pela sua diretora presidente Maria dos Reis Alves (Deide).


Dentre os temas abordados estavam: 1) o processo eleitoral: a presença feminina nas instâncias do poder; 2) Trabalho e trabalhadores na indústria de calçados e a reestruturação produtiva do vestuário no Brasil; 3) Ministério do Trabalho e Emprego – MTE: suas ações na estrutura sindical e no setor vestuário; 4) Globalização e política macroeconômica do setor vestuário; 5) Leis Trabalhistas e Previdenciárias: ambiente de trabalho, saúde e segurança do trabalhador na indústria do vestuário; e, 6) Perspectivas do sindicalismo brasileiro.


Segundo a presidente do Sticcep, Deide, foi muito proveitosa a participação no evento. Ela ressalta que esta foi, a exemplo de outras participações, uma oportunidade de expor a realidade dos trabalhadores de Passos e compará-la com a de trabalhadores de outras regiões. “É uma troca de informações muito importante. Saber o que são as dificuldades de um determinado setor em outras regiões do país muitas vezes serve como parâmetros para definir a situação dos nossos representados locais”, explica.


Além da troca de experiências Deide também lembra que ao final do congresso foi confeccionado um documento denominado Carta de Belo Horizonte, onde foram expostas as principais conclusões e metas a serem cumpridas pelos participantes.


Merece destaque o compromisso de todas as entidades participantes, em não medir esforços para que as resoluções aprovadas sejam concretizadas, de modo a permitir, no futuro próximo, que o setor do vestuário no Brasil, mantenha e aumente o nível de empregabilidade, o emprego dignamente remunerado, realizados em condições seguras e de respeito.


Outro ponto abordado pela carta é a luta pela ratificação das Convenções 158 e 151 da OIT, tornando a uma das principais bandeiras do grupo, assim como todas as ações que garantam a efetiva redução da jornada de trabalho sem redução de salários.


Resolvem também, no documento, fortalecer a luta contra o Enunciado de Súmula 119 do TST e lutar pela fixação da correta interpretação e regulamentação do artigo 8º da Constituição Federal de 1988, o qual estabelece que as decisões da Assembléia geral são soberanas, e qualquer interpretação diferente desta, representa a indevida e nefasta interferência do Estado na organização sindical.


Foi abordada também a indevida intervenção do MPT (Ministério Público do Trabalho) nas entidades sindicais no que diz respeito às contribuições para o custeio da entidade sindical, que hoje, através de suas ações buscam interferir na organização das entidades sindicais, impondo às mesmas a adesão a Termos de Ajustamento de Conduta, que dificultam a arrecadação e administração dos recursos financeiros das entidades.


Considerando-se que, para tanto, utilizam-se de verdadeiro assédio moral sobre as entidades sindicais, decidiram negar-se a assinar qualquer Termo de Ajustamento de Conduta, que busque interferir na arrecadação e administração dos recursos das entidades, optando pelo justo e competente enfrentamento jurídico das teses defendidas pelo movimento sindical e pelo MPT.


E por fim, a fim de evitar a fragmentação da classe trabalhadora e seu conseqüente enfraquecimento, todos delegados e delegadas presentes neste Congresso reafirmaram a defesa intransigente do artigo 8º da CF/88, sobretudo o regime da unicidade sindical, da contribuição compulsória, representação por categoria profissional e o sistema confederativo de representação sindical.

(Por Cleber Martins)


 

Horas extras: saiba um pouco mais

 

O A cultura da hora extra não existe apenas no Brasil, mas temos de admitir que há muito tempo ela já faz parte das nossas empresas. Segundo pesquisa feita pelo International Stress Management Association (Isma-BR), que entrevistou várias categorias de trabalhadores de todos os setores, a carga horária tem aumentado a cada ano, década após década. Hoje, o tempo de trabalho varia de 50 a 54 horas por semana, contra as 44 horas semanais estabelecidas pela Constituição de 1998. Nesta edição o Sticcep esclarece algumas dúvidas sobre o assunto.

1) Eu sou obrigado a fazer hora extra?
Resposta: Não. A legislação trabalhista brasileira deixa claro que nenhum empregado é obrigado a exercer horas extras, sendo nulo qualquer contrato/acordo que estipular tal obrigação.

2) Qual o limite máximo de horas extras em um dia?
Resposta: O artigo 59º da CLT diz que a duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não superior a 2 (duas) horas, mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho. A execução das horas extras está vinculada à autorização previamente acordada.

3) A empresa pode trocar ou incluir minhas horas extras no banco de horas?
Resposta: Não. Para cada situação é necessário um acordo distinto. No caso do banco de horas, em alguns contratos, é previsto que as horas crédito em favor do trabalhador sejam pagas como horas extras, caso o período contratado expire e o trabalhador não tenha recebido as folgas a que tem direito.

4) Quem fiscaliza o funcionamento e o horário de trabalho das empresas?
Resposta: O principal fiscalizador é o Ministério do Trabalho e Emprego, através das Superintendências Regionais do Trabalho. Pela grande quantidade de empresas e o número reduzido de fiscais, na maioria das vezes é necessário que haja uma denúncia para que alguma empresa seja fiscalizada. O sindicato da categoria também pode atuar no apoio aos fiscais. Para tanto é necessário que o trabalhador que estiver se sentindo prejudicado faça a denúncia junto ao seu sindicato para que este investigue a situação e se necessário formalize a denúncia junto aos órgãos competentes. O Ministério Público do Trabalho também é agente fiscalizador e também carece e denúncias para poder atuar.

5) Eu posso prestar um serviço extra (bico) dentro da própria empresa em que sou registrado? Quais os meus direitos?
Resposta: Não há nenhum dispositivo legal que impeça a contratação de funcionários para serviços específicos fora de seus horários de expediente normal na empresa em que trabalha ou em qualquer outra. O problema é que, independente do vínculo entre o prestador de serviços e a empresa, há sempre riscos neste tipo de contratação, tanto para o trabalhador quanto para a empresa. Apenas para ficar num exemplo: se o trabalhador que estiver fazendo um “bico” fora de seu horário normal de trabalho se acidentar dentro da empresa, como será classificado o incidente? Acidente de Trabalho? É bom que se reexamine esta situação para saber se vale a pena ou não.

6) A empresa é obrigada a fornecer lanche ou refeição em período de hora extra?
Resposta: A lei especifica que nenhum trabalhador permanecerá por mais de 4 (quatro) horas consecutivas sem um descanso para as refeições ou descanso. As empresas dos setores das indústrias do vestuário e calçadista de Passos e da região são, de acordo com as convenções coletivas, obrigadas a fornecer um lanche gratuito, cujo composição fica a critério de cada empresa, a seus funcionários convocados para a prestação de serviço além da jornada legal, desde que a prestação ocorra por período não inferior a 1 (uma) hora.

7) Se eu fizer 1:45h de hora extra eu recebo por 1:00h ou por 2:00h?
Resposta: A CLT através do art. 58 § 1 dimensionou o período mínimo de 5 cinco minutos para se configurar a hora extra. Portanto, não haverá arredondamento da hora, devendo o empregador pagar as horas extras proporcionalmente ao período trabalhado, independente das frações em minutos.

8) Quais as vantagens e as desvantagens das horas extras?
Resposta: Alguns especialistas em RH afirmam que a hora extra só é justificável e aumenta a produtividade em um momento pré-determinado, quando ela se estende e acontece em longo prazo, prejudica. Ganhar um pouco mais, é uma das principais vantagens para o trabalhador. Como fator negativo destacamos o desgaste físico e a perda de produtividade gradual. Quem trabalha por produção e em determinados momentos passa a exercer uma carga horária excessiva passa a produzir menos, e após longos períodos de hora extra, verá, automaticamente, sua produção cair durante o expediente normal de trabalho. Neste caso então há uma desvantagem.



(Cleber Martins - Assessoria de Comunicação - Sticcep)


 
Lei que amplia a licença maternidade é sancionada com restrições.

 

Seguindo orientação da equipe econômica do governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou parcialmente a Lei 11.770/08, que amplia para seis meses a licença-maternidade. De acordo com o Ministro Guido Mantega, a lei poderia gerar uma despesa de R$ 800 milhões para os cofres públicos.


Com o veto, mais de 90% das empresas brasileiras ficarão fora da nova lei, reduzindo o impacto fiscal da medida para o governo e também o alcance do benefício para a maioria das mulheres trabalhadoras. De acordo com a lei, a adesão ao programa Empresa Cidadã ficou limitada a estabelecimentos tributados no lucro real, em resumo, às grandes empresas.


No mês passado, em reunião com líderes da base a equipe econômica do Governo, Lula demonstrou insatisfação em ter que vetar parcialmente uma lei de tamanho alcance social. Na ocasião, o presidente chamou a atenção dos líderes, que no Congresso, não tiveram a relação necessária com o Ministério da Fazenda na elaboração da lei que traria despesas para os cofres públicos.

Alcance limitado

A licença-maternidade de seis meses não vale para as pequenas empresas. Assim, os sindicatos devem, por orientação das centrais sindicais, negociar a ampliação do benefício por meio de acordos. Os sindicatos tentarão driblar o veto ao artigo que permitia a ampliação da licença-maternidade para seis meses também nas micro e pequenas empresas por meio de cláusulas em convenções ou acordos coletivos.


Segundo Maria dos Reis Alves(Deide), presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Confecções, Calçados e Estamparias de Passos e Região - STICCEP, o sindicato deve tentar, dentro da próxima pauta de negociação coletiva que acontece a partir de março de 2009, a ampliação do benefício junto às empresas da região.“O veto do presidente Lula é restritivo. Vamos tentar contorná-lo nos acordos”, afirmou a sindicalista.


Deide considerou o veto “natural”, devido à estrutura diferenciada das pequenas empresas, mas acredita que as federações e as confederações de trabalhadores também vão orientar os sindicatos a pedirem a licença de seis meses. A lei sancionada permite que as grandes empresas concedam seis meses de licença às mães, tendo os dois salários pagos a mais deduzidos do Imposto de Renda.


“ Ao que parece, o poder econômico falou mais alto e mais uma conquista do trabalhador que poderia ser ampla e continuada fica restrita a um pequeno passo, benéfico, mas parcial. Sabemos que vai ser muito difícil a aprovação, mas, esperamos contar com a compreensão dos patrões para ampliarmos o alcance desta importante lei e incluirmos esta cláusula em nossas convenções coletivas”, encerra Deide.

(Por Cleber Martins)


 
Nova diretoria do Sticcep assume em clima festivo

 

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Confecções, Calçados e Estamparias de Passos e Região – Sticcep empossou sua nova diretoria que inicia um mandato de três anos. A cerimônia aconteceu no dia 17 de fevereiro no Clube dos Rodoviários e contou com a presença de convidados representantes de outras categorias e de entidades nacionais. Maria dos Reis Alves, a Deide, foi eleita pela quinta vez consecutiva diretora presidente da entidade.

Além de Deide, compõem a nova diretoria Tereza Maria de Oliveira como Secretária e Helenilda Batista Teixeira como diretora de finanças. Assumem como suplentes da diretoria: Wagna Divina de Oliveira, Ana Lúcia Rodrigues de Lima Melo, Marcos Gaspar Dias. O Conselho Fiscal tem como membros efetivos: Ana Rita Amaro, Ana Maria Passos Comitê e Edson Lúcio de Souza. Os membros suplentes do Conselho Fiscal são: Edilene Quaresma dos Santos, Vanilda de Fátima Teixeira e Sheila Aparecida Pássaro.

A solenidade de posse da nova diretoria do Sticcep ocorreu em clima festivo. Segundo a presidente da entidade foi a primeira vez que o evento pôde realizar uma confraternização desta natureza. “Nós não podíamos deixar passar em branco esta ocasião, afinal, além da posse dos novos diretores comemoramos na mesma data os quinze anos de existência do nosso sindicato”, explicou em seu discurso emocionado, Deide.

O Sticcep foi fundado em 1993 por Deide e mais quinze trabalhadores do setor confeccionista em Passos. A princípio a entidade representava apenas costureiras funcionárias de fábricas e costureiras autônomas. Com a primeira alteração estatutária a entidade deixou de representar as costureiras autônomas e assumiu a representatividade dos profissionais do setor calçadista e também os de empresas de estamparias.

Atualmente a entidade conta com aproximadamente 800 associados que, além da representatividade em ocasiões em que é necessária a negociação junto às entidades patronais, podem usufruir de diversos outros benefícios como convênios médicos, odontológicos, vale gás, óticas, farmácias, entre outros. O sindicato conta ainda com uma assessoria jurídica permanente.

Presenças ilustres e boas notícias

Além dos membros da nova diretoria do Sticcep a cerimônia de posse ainda contou com a presença de representantes de entidades locais, estaduais e federais. A FETIVEST – Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Vestuário do Estado de Minas Gerais veio representada pelo seu Presidente Cláudio Jesus Ferreira e pela 1ª Secretária Marilene Aparecida Guilherme.

De Passos marcaram presença a presidente do Sindicato dos Funcionários da Prefeitura de Passos, Nelza Efigênia, Carmo Ricardo, do Sindicato dos Rodoviários e José Francisco de Oliveira representando o Sindefurnas.

A NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores, com sede em Brasília, enviou o seu representante em Minas Gerais, Antônio da Costa Miranda, considerado um dos baluartes do movimento sindical brasileiro.

Miranda, como é conhecido, tomou a palavra durante o evento e falou sobre a importância das entidades de classe e aproveitou o momento para anunciar aos presentes, em primeira mão, a informação de que em breve os trabalhadores brasileiros poderão contar com os benefícios de duas convenções da Organização Internacional do Trabalho – OIT.

Segundo o sindicalista um grupo composto por representantes de diversas entidades acompanhou, em Brasília, o encaminhamento ao presidente da Câmara, Arlindo Chinalglia(PT/SP), no dia 14 de fevereiro, do pedido para que o Congresso Nacional ratifique a adesão do Brasil à convenções 151 e 158 da OIT. As duas convenções regulamentam, respectivamente, a negociação coletiva no serviço público e a restrição à demissão imotivada de trabalhadores, ou seja, a dispensa sem justa causa. O pedido de ratificação partiu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 
Associados ao Sticcep agora têm Farmácia Popular.
Uma conquista importante que os associados ao Sticcep podem comemorar é o convênio com a Farmais e a Farmácia Popular. A Farmácia Popular, projeto que é subsidiado pelo Governo Federal e pela Iniciativa Privada, traz até a população vários medicamentos com valores até abaixo do custo. Portadores de doenças como hipertensão, diabetes e outras podem comprar seus remédios com valores a partir de R$0,19. Quem tiver interesse em adquirir os remédios com baixo custo precisa comparecer a um dos estabelecimentos conveniados com sua receita e o CPF. Maiores informações podem ser obtidas no sindicato.
 
 
 
 
 
 
 
 
     
 
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